A prática do “Home Lab” como estratégia de ensino de princípios de aprendizagem

Tradicionalmente, uma das experiências acadêmicas mais inesquecíveis na formação de um(a) analista do comportamento no Brasil é o “laboratório de AEC”. É comum passar por essa experiência em alguma disciplina introdutória de Análise do Comportamento. Aliado à exposição de princípios de aprendizagem na sala de aula, o laboratório de AEC complementa o aprendizado colocando o aluno no papel de condutor de experimentos – geralmente com ratos – em um ambiente controlado, seguindo parâmetros éticos e técnicos, e sob supervisão do(a) professor(a). Tal prática é conhecida nos EUA como “Rat Lab” (“Laboratório de Ratos”) – ou “Mouse Lab” (“Laboratório de Camundongos”), a depender do sujeito experimental sob estudo.

E o que não é incomum nos programas norte-americanos é encontrar também o “Home Lab”. Assim como o Rat Lab, o Home Lab também tem como objetivo promover a aprendizagem de princípios comportamentais e a generalização dos conceitos, colocando o aluno no papel de planejador e aplicador da intervenção. Ao invés de ser desenvolvido em um ambiente controlado, o Home Lab costuma ter enfoque em mudança de comportamento na vida cotidiana. No Home Lab, o participante do experimento pode ser o próprio aluno, alguma pessoa conhecida, ou até um animal de estimação. Um comportamento-alvo é escolhido pelo aluno, com enfoque em aumento ou diminuição de alguma dimensão do comportamento (e.g., aumentar a frequência do comportamento de ir na academia, diminuir a frequência de consumir bebidas com cafeína, etc.). Novamente, parâmetros éticos e técnicos são respeitados, sob instrução de um manual e supervisão de um(a) professor(a).

Acho que o aspecto mais bonito do Home Lab é a ideia de que todos nós podemos mudar o nosso comportamento para melhor, utilizando estratégias de mudança do nosso ambiente – às vezes simples! – ao nosso favor.

homelab_bordaFigura 1 – Parte de um relatório do meu primeiro Home Lab! 🙂

É inevitável comparar as práticas brasileiras e norte-americanas. Uma das coisas curiosas dos EUA é que a cultura é muito pragmática na utilização dos conceitos. Termos como “automatic reinforcers”, “socially mediated reinforcers”, “natural reinforcers” e “contrived reinforcers” se consolidam facilmente no vocabulário, são objetivamente definidos e utilizados sem medo ou timidez. Por um lado, o rigor conceitual brasileiro franze a sobrancelha e questiona a natureza e a utilidade de cada definição. Por outro lado, o pragmatismo norte-americano acaba colocando o conceito à prova e encontra benefícios e utilidades no planejamento de intervenções, a despeito da imprecisão dos termos.

Ao pensar o Home Lab como uma estratégia de ensino de conceitos, do ponto de vista do aluno o exercício é uma boa prática para exercitar a habilidade de delinear intervenções no campo da Análise Aplicada do Comportamento. O Home Lab possui os elementos de uma intervenção comportamental, mas dentro de um molde mais simplificado e limitado: escolhe-se um comportamento-alvo, apresenta-se uma definição operacional necessária e suficiente, escolhe-se a dimensão do comportamento, define-se como a mensuração e a coleta de dados serão realizadas, estabelece-se uma meta final de antemão, apresenta-se uma análise geral de custos e beneficios, descreve-se possíveis reforçadores naturais (automáticos ou socialmente mediados) e artificiais para o comportamento-alvo, escolhe-se as estratégias de manipulação de variáveis ambientais antecedentes e consequentes, coleta-se a linha de base e os dados da intervenção e os dispõem no gráfico rotineiramente. Ainda do ponto de vista do aluno, o Home Lab é um processo que envolve gerenciamento do seu próprio comportamento, autocontrole e autoconhecimento.

Já do ponto de vista do professor, implementar a prática do Home Lab pode se tornar desafiador. Diferentemente do Laboratório de AEC, onde tradicionalmente se escolhe um mesmo comportamento a ser modelado em todos os ratos por todos os alunos, o Home Lab acaba sendo uma atividade muito mais individualizada, e decisões éticas e metodológicas devem ser avaliadas caso a caso. Por exemplo, a escolha de mudar o comportamento de outra pessoa pode requerer consentimento; já a escolha de mudar o próprio comportamento deve levar em consideração a viabilidade e a adequação da proposta para um Home Lab, visto que tal intervenção compreende um alcance limitado voltado essencialmente para fins didáticos. Adicionalmente, o Home Lab requer acompanhamento e supervisão das atividades pelo professor, e correção de relatórios.

Como modo de tentar reestabelecer uma contingência para voltar a estudar no Projeto (e também por diversão!) segue abaixo o Home Lab que elaborei para esses fins – nos moldes do que tenho aprendido da cultura norte-americana.

1. Participante:

Fernanda Oda iniciou o Projeto a Fonte e a Ponte em março de 2016.

2. Objetivo Geral:

Aumentar a frequência do comportamento de publicar no Projeto (blog e página do Facebook) no Primeiro Semestre de 2017 (Janeiro a Junho de 2017).

3. Definição Operacional do Comportamento:

De modo geral, o comportamento de publicar no Projeto consiste de uma cadeia comportamental com os seguintes elos representados em uma Análise de Tarefas (“Task Analysis” ):

  1. Escolher o(a) pesquisador(a) a ser estudado(a)
  2. Escolher o texto a ser lido
  3. Ler o texto
  4. Escrever sobre a leitura
  5. Revisar o texto sobre a leitura
  6. Contatar o(a) pesquisador(a)
  7. Escrever sobre o contato com o(a) pesquisador(a)
  8. Revisar o texto sobre o contato
  9. Publicar os resultados no blog e na página do Facebook

A escolha do(a) pesquisador(a) estudado(a) [Elo 1] – é baseada na lista de Fellows of ABAI, conforme já mencionado na postagem introdutória sobre o Projeto. O texto a ser lido [Elo 2] pode ser no formato de artigo, capítulo de livro, ou outras publicações que sejam de autoria do(a) pesquisador(a). Caso nenhuma forma de contato com o(a) pesquisador(a) seja encontrada, ou caso o(a) pesquisador(a) tenha falecido, o Elo 6 não será efetuado; no entanto, os Elos 7, 8 e 9 deverão ser concluídos pela participante a partir de um breve relato. Os resultados publicados [Elo 9] referem-se a dois tipos de postagens: i) publicação sobre a leitura [produto dos Elos 1, 2, 3, 4 e 5], e ii) publicação sobre o contato com o pesquisador [produto dos Elos 6, 7 e 8]. Poderão ser adicionadas nessas postagens informações sobre visitas de campo a instituições, centros, laboratórios ou universidades relacionados(as) à Análise do Comportamento.

Três pesquisadores(as) deverão ser estudados(as) em um período de um mês. As publicações devem ser postadas nas segundas e/ou quintas-feiras do período Janeiro-Junho/2017, a partir de 09 de janeiro de 2017. Caso a participante conclua os estudos dos(as) três pesquisadores(as) – Leituras e Contatos para cada pesquisador(a) – dentro de um mês,  a participante poderá publicar postagens adicionais nos outros dias da semana, excepcionalmente. Postagens adicionais poderão consistir de: postagens introdutórias sobre o assunto estudado; participações em congressos ou cursos da área.

4. Meta Final:

Até o final desse semestre, a participante deverá publicar 6 postagens por mês – totalizando 36 postagens no período Janeiro-Junho/2017.

5. Justificativa: 

a) Benefícios: Retomar o Projeto e manter uma rotina de estudos sobre tópicos variados do campo; Conhecer práticas correntes da Análise do Comportamento; Engajar-se em comportamentos acadêmicos como ler, escrever e revisar; Documentar um registro pessoal das experiências nos EUA; Realizar um registro histórico dos relatos dos(as) pesquisadores(as) contatados(as); Estabelecer relações entre práticas analítico-comportamentais brasileiras, norte-americanas e mundiais.

b) Custos: Os seguintes materiais são necessários para a realização do Plano: i) notebook; ii) acesso à Internet; iii) livros e artigos; iv) câmera fotográfica; v) agenda, papel e caneta (para coleta de dados e para as estratégias antecedentes – ver Seções 6 e 8 abaixo); vi) chá, café e videogame (para as estratégias consequentes – ver Seção 7 abaixo). A participante costuma ter acesso a todos os itens; no entanto,  o item “iii” poderá ser adquirido a depender da escolha das leituras realizadas. Tempo e esforço para concluir todos os passos da cadeia comportamental e coletar dados são requeridos em uma base semanal, sendo necessário gerenciamento de tempo para manejar o Plano com as outras atividades pessoais e acadêmicas.

c) Conclusão: Com a criação de contingências para gerenciamento do comportamento, a meta é possível de ser atingida. A grande maioria dos materiais já está disponível para a participante, e os itens são portáteis – assim, é possível se engajar nas tarefas em diferentes ambientes. Aumentar a frequência de publicações no Projeto parece fornecer benefícios ao longo do tempo, promovendo o desenvolvimento de repertórios acadêmicos relevantes para a participante, além de permitir um registro pessoal da experiência e das práticas da Análise do Comportamento em nível mundial.

6. Método de Observação e Registro:

O registro da taxa de resposta (comportamento de publicar no Projeto por semana) foi escolhido, com o fim de obter um reflexo acurado dos eventos. O número de postagens publicadas, assim como os elos concluídos ou não pela participante, serão registrados em uma agenda e em um calendário no mural, diariamente. Em uma base mensal, os dados serão registrados e publicados em um gráfico de registro de frequência. Caso haja tempo disponível, um gráfico de registro cumulativo também será elaborado.

7. Estratégias Consequentes:

7.1. Possíveis Reforçadores Naturais (“Natural Reinforcers”) 

Para os presentes fins e de modo geral, Reforçadores Naturais são definidos como consequências diretas do comportamento, que podem ser tanto reforçadores automáticos (“Automatic Reinforcers”) quanto mediadas socialmente (“Socially Mediated Reinforcers”). Possíveis reforçadores automáticos para as tarefas a serem executadas são: aprendizado sobre as práticas; conclusão da leitura de artigos e livros de interesse; refinamento da escrita. Possíveis reforçadores mediados socialmente para essa participante são: recebimento de feedbacks de amigos e colegas e e-mails dos(as) pesquisadores(as); fazer amizades e contatos com pessoas da área; ter o blog e a página acessados, receber curtidas, comentários públicos ou privados e ter postagens compartilhadas.

7.2. Possíveis Reforçadores Artificiais (“Contrived Reinforcers”) 

Para os presentes fins e de modo geral, Reforçadores Artificiais são definidos como consequências arranjadas para o comportamento, as quais não são seu produto direto, que podem envolver tanto reforçadores incondicionados (“Unconditioned Reinforcers”) quanto condicionados (“Conditioned Reinforcers”). Tomar uma xícara de chá/café será usada como um reforçador artificial para a cadeia comportamental – tal reforçador é fisicamente agradável, disponível e fácil de ser adquirido, e unidades discretas podem ser calculadas; ainda, pequenas quantidades são reforçadores potentes, e a saciação é atingida dentro de um espaço temporal prolongado. Outra atividade reforçadora que será utilizada como reforçador artificial é o acesso a partidas de videogames, por um período de 10min, contingente ao comportamento de publicar no Projeto; tal atividade também é agradável para a participante, fácil de ser executada, e sem custos financeiros.

Considerando que tomar uma xícara de chá/café e jogar videogame são comportamentos de alta probabilidade em relação ao comportamento de publicar no projeto, a extensão de Timberlake e Allison será aplicada; em outras palavras, na execução do Plano tomar chá/café e jogar videogame (comportamentos de alta probabilidade) estará restrito para consequenciar o comportamento de publicar no Projeto (comportamento de baixa probabilidade). Ainda, considerando a imediacidade do reforçamento, ambos os comportamentos de alta probabilidade podem ser executados imediatamente seguindo o comportamento de baixa probabilidade: chás e cafés estão disponíveis nos ambientes onde a participante costuma estudar (em casa, padarias e cafés, universidade), e videogames estão instalados no seu notebook onde se costuma escrever as postagens. Adicionalmente, na tentativa de aumentar a probabilidade de se completar a cadeia comportamental e estabelecer critérios atingíveis, os reforçadores artificiais estarão disponíveis para cada 2 elos completados. Ainda, um sistema de pontos poderá ser utilizado como backup, de acordo com o seguinte Menu de reforçadores backups (“menu of back-up reinforcers”):

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Tal contingência será arranjada com dois propósitos: i) garantir a entrega do reforçador em situações em que o reforçador não está imediatamente disponível para o comportamento; e ii) arranjar ocasião para o comportamento de escolha. Usando o sistema de pontos, a participante poderá ter acesso aos reforçadores e poderá escolher entre receber o reforçador imediatamente ou o receber com atraso; ainda, poderá optar por partidas de jogos que durem mais do que 10 minutos (e.g., acumular 6 pontos para uma partida de 1 hora de videogame). 

7.3. Requerimento Inicial para Acesso a Reforçadores

Na tentativa de aumentar a probabilidade de contato com a contingência nos momentos iniciais de vigência do Plano ou quando a frequência do comportamento de publicar no Projeto diminuir, a execução de cada elo dará direito a um cookie, que poderá ser consumido acompanhado do chá/café ou do videogame. Assim, reforçamento contínuo para cada elo concluído será implementado nesses casos; gradualmente, cookies serão removidos assim que o comportamento atingir o level desejado.

8. Estratégias Antecedentes:

8.1. Operação Estabelecedora:

Na tentativa de controlar variáveis motivacionais, a participante irá aumentar a efetividade do reforçador ao restringir o seu acesso. O procedimento de privação de chás, cafés e videogames será implementado diariamente. Os reforçadores estarão disponíveis apenas conforme às especificações do Plano já mencionadas.

8.2. Dicas (“Prompts”) visuais e textuais:

Diversas dicas visuais e textuais na forma de cartazes ou lembretes serão elaborados pela participante e instalados em ambientes relevantes. O Menu de Reforçadores estará disponível em paredes do quarto e da sala. Ainda, um calendário com dados sobre postagens concluídas na semana será colocado no mural da casa da participante. Uma lista de Fellows of ABAI, um cronograma semanal e a Análise de Tarefas também servirão como prompts textuais. Um espaço na agenda será dedicado para anotar o progresso durante a semana.

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8.3. Remoção de itens necessários para o comportamento indesejado:

O procedimento será implementado especialmente durante os tempos de folga ou ocasiões onde a fuga/esquiva de estudar são mais prováveis. Se necessário, pacotes de chá e café serão colocados em armários de difícil acesso, e videogames serão desinstalados do notebook.

9. Resumo da Linha de Base (últimos 6 meses):

tabela-linha-de-base

10. Gráfico: 

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Esse Plano estará vigente a partir de 09 de janeiro de 2017.

Houston, 09 de janeiro de 2017.

Fernanda Oda

Feliz 2017 a todos!

Referências:

Cooper, J. O.; Heron, T. E.; Heward, W. L. (1987/2007). Applied Behavior Analysis. 2nd Edition. Pearson Education, Inc.

Karp, H. (1995). Rat Lab for Fun and Profit. The Behavior Analyst, 18, pp.147-154, No. 1 (Spring).

Karp, H. (sem data). Lab Manual. Versão revisada em 2010 por Fritz, em 2015 por Hillman e em 2016 por Lechago. Material didático apresentado na disciplina de Learning Principles.

 


Leia mais sobre o Projeto a Fonte e a Ponte e a Análise do Comportamento:
a Apresentação
o Início dos Resultados
Por que eu deveria aprender sobre a ciência do comportamento?
as Profundezas do Método

Novos Fellows of ABAI 2016

Estava eu passeando no site da ABAI e encontrei lá novos nomes: lançaram recentemente 5 novos Fellows of ABAI do ano de 2016! Ao que parece, a nomeação é divulgada para a comunidade no encontro internacional da ABAI; agora, a lista atualizada também está disponível no site da associação (além da lista, vale conferir o resumo das contribuições de cada profissional). 

Os novos Fellows of ABAI são:

  • Dr. Keith Allen (Munroe-Meyer Institute, University of Nebraska Medical Center);
  • Dr. Dermot Barnes-Holmes (Ghent University);
  • Dr. Mark Galizio (University of North Carolina Wilmington);
  • Dr. M. Christopher Newland (Auburn University);
  • Dra. Jennifer R. Zarcone (Kennedy Krieger Institute).

Seus interesses e atuações abrangem diversas áreas: pediatria, odontologia, gerenciamento da dor, Teoria dos Quadros Relacionais, linguagem, cognição, comportamento governado por regras, controle aversivo, farmacologia comportamental, aprendizagem, toxicologia, análise quantitativa do comportamento e autismo.

Conforme já mencionado, A ABAI (Association for Behavior Analysis International) se constitui como a organização internacional primária para os interessados em Análise do Comportamento. Tal Associação tem reconhecido, desde 2004, o trabalho e as contribuições de alguns/algumas analistas do comportamento da atualidade de diversos países do mundo, os(as) quais são denominados(as) “Fellows of ABAI”. Também já foi dito que tal nomeação é restrita a “sócios plenos da ABAI com registros documentais de suas contribuições em pelo menos uma das seguintes áreas primárias: a) pesquisa e contribuições acadêmicas; b) prática profissional, ou c) ensino/administração/serviço” (site da ABAI). 

A lista de Fellows of ABAI norteia os estudos do Projeto. Desde março de 2016 tenho o desafio pessoal de estudar continuamente as contribuições desses notáveis analistas do comportamento. Dada a nova nomeação de Fellows of ABAI 2016, a lista atualizada agora conta com 95 analistas do comportamento a serem estudados até 2019 nesse Projeto. Das 95 pessoas nomeadas, foi finalizado até agora (03/03/2016~12/08/2016) o estudo das contribuições de 13 analistas do comportamento para a sociedade e para a ciência:

Fellows of ABAI 2004

1) Brian A. Iwata (Introdução, Parte 1, Parte 2)

2) Sigrid S. Glenn (Introdução, Parte 1, Parte 2)

3) M. Jackson Marr (Introdução, Parte 1, Parte 2)

4) Michael C. Davison (Introdução, Parte 1, Parte 2)

5) Beth Sulzer-Azaroff (Introdução, Parte 1, Parte 2)

Fellows of ABAI 2005

6) Dr. William M. Baum (Introdução, Parte 1, Parte 2)

7) Dr. Nathan H. Azrin (Introdução, Parte 1, Parte 2)

8) Dr. John L. (Jack) Michael (Introdução, Parte 1, Parte 2)

9) Dr. Henry S. Pennypacker (Introdução, Parte 1, Parte 2)

10) Dr. Edmund J. Fantino (Introdução, Parte 1, Parte 2)

11) Dr. Todd R. Risley (Introdução, Parte 1, Parte 2)

12) Dr. Aubrey C. Daniels (Introdução, Parte 1, Parte 2)

13) Dr. Murray Sidman (Introdução, Parte 1, Parte 2)

Diversos temas foram estudados até o momento: Análise Aplicada do Comportamento, Cultura, conceito de simetria aplicado a processos comportamentais, Lei da Igualação, comportamento de escolha, Segurança Baseada no Comportamento, Behaviorismo Radical, Punição, Motivação, Prevenção, Análise do Comportamento aplicada à prevenção do câncer de mama, Altruísmo, Jogo da Partilha, Dimensões da Análise Aplicada do Comportamento, Análise do Comportamento nas Organizações e outros temas relacionados à aprendizagem e ao comportamento operante.

Para minha alegria, todos os analistas do comportamento que aceitaram participar do Projeto enviando respostas para algumas perguntas foram muito gentis e atenciosos. Das 13 pessoas, 3 faleceram antes do início do Projeto. Das 10 pessoas que tentei contato, 7 contatos foram bem-sucedidos até o momento: Dr. Brian A. Iwata, Dra. Sigrid Glenn, Dr. M. Jackson Marr, Dr. William M. Baum, Dr. John L. (Jack) Michael, Dr. Henry S. Pennypacker e Dr. Aubrey C. Daniels. Os profissionais responderam a uma pergunta comum (“Por que sou um(a) analista do comportamento?”) e a uma outra pergunta específica relacionada à sua área de interesse.

E na próxima postagem daremos continuidade aos estudos do décimo quarto pesquisador: Dr. A. Charles Catania.

Post45fotocapa(Foto: Fernanda Oda)