a Linha do Tempo

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O Projeto pessoal de estudo se iniciou em março de 2016. Os profissionais estudados são premiados pela ABAI desde 2004. O progresso poderá ser observado em suas pequenas parcelas na presente Linha do Tempo – inspirada nas contribuições do analista do comportamento Aubrey Daniels para a área organizacional. Para fins de sistematização, listo abaixo os(as) profissionais estudados(as) e as leituras realizadas, na medida em que o Projeto for caminhando:

Profissionais cujas contribuições foram estudadas até o momento:

ESTUDOS CONCLÚIDOS PELO PROJETO EM 2016

Fellows of ABAI 2004

1) Brian A. Iwata (Introdução, Parte 1, Parte 2)

2) Sigrid S. Glenn (Introdução, Parte 1, Parte 2)

3) M. Jackson Marr (Introdução, Parte 1, Parte 2)

4) Michael C. Davison (Introdução, Parte 1, Parte 2)

5) Beth Sulzer-Azaroff (Introdução, Parte 1, Parte 2)

Fellows of ABAI 2005

6) Dr. William M. Baum (Introdução, Parte 1, Parte 2)

7) Dr. Nathan H. Azrin (Introdução, Parte 1, Parte 2)

8) Dr. John L. (Jack) Michael (Introdução, Parte 1, Parte 2)

9) Dr. Henry S. Pennypacker (Introdução, Parte 1, Parte 2)

10) Dr. Edmund J. Fantino (Introdução, Parte 1, Parte 2)

11) Dr. Todd R. Risley (Introdução, Parte 1, Parte 2)

12) Dr. Aubrey C. Daniels (Introdução, Parte 1, Parte 2)

13) Dr. Murray Sidman (Introdução, Parte 1, Parte 2)

14) Dr. A. Charles Catania (Introdução, Parte 1, Parte 2)

infografico

15) Dr. Gerald L. Shook (Parte 1, Parte 2)

Leituras escolhidas para os desafios até o momento:

Desafio Número 1 (Brian A. Iwata):

1) Camp, E. M.; Iwata, B. A.; Hammond, J. L.; Bloom, S. E. (2009). Antecedent Versus Consequent Events as Predictors of Problem Behavior. Journal of Applied Behavior Analysis, 42, pp.469-483, Number 2 (Summer).

2) Hanley, G. P.; Iwata, B. A.; McCord, B. E. (2003). Functional Analysis of Problem Behavior: a Review. Journal of Applied Behavior Analysis, 36, pp.147-185, Number 2 (Summer).

3) Iwata, B. A.; Dozier, C. L. (2008). Clinical Application of Functional Analysis Methodology. Behavior Analysis in Practice, 1 (1), pp.3-9 (Spring).

Desafio Número 2 (Sigrid S. Glenn):

4) Glenn, S. S. (2004). Individual Behavior, Culture and Social Change. The Behavior Analyst, 27, pp.133-151. No.2 (Fall).

Desafio Número 3 (M. Jackson Marr):

5) Marr, M. J. (2013). Tweedledum and Tweedledee: Symmetry in Behavior Analysis. Conductual, 1, pp.16-25.

Desafio Número 4 (Michael C. Davison):

6) Davison, M. C. & McCarthy, D. (1988). The Matching Law. Hillsdale, New Jersey: Lawrence Erlbaum Associates, Publishers

Desafio Número 5 (Beth Sulzer-Azaroff):

7) Sulzer-Azaroff, B. (1992). Making a difference in occupational safety with behavior analysis. Journal of Applied Behavior Analysis, 25, number 3 (Fall), pp.653-654.

8) Sulzer-Azaroff, B.; Austin, J (2000). Does behavior-based safety work to reduce injuries?  A survey of  the evidence. Professional Safety, July, pp.  19-24.

9) Sulzer-Azaroff, B.; Santamaria, M. C. de (1980). Industrial safety hazard reduction through performance feedback. Journal of Applied Behavior Analysis, 13, number 2 (Summer), pp.287-295.

Desafio Número 6 (William M. Baum):

10) Baum, W. M. (2006). Compreender o Behaviorismo: comportamento, cultura e evolução. 2a edição. Porto Alegre: Artmed.

Desafio Número 7 (Nathan H. Azrin):

11) Azrin, N. H. (1956). Some effects of two intermittent schedules of immediate and non-immediate punishment. The Journal of Psychology: Interdisciplinary and Applied, Vol 42, 1956, 3-21.

Desafio Número 8 (John L. (Jack) Michael):

12) Michael, J. (2005). Motivating operations. Em J. O. Cooper, T. E. Heron, & W. L. Heward, Applied behavior analysis (2nd ed.) Upper Saddle River, NJ: Prentice Hall/Merrill.

Desafio Número 9 (Henry S. Pennypacker):

13) Pennypacker, H.S. (1986). The Challenge of Technology Transfer: Buying in Without Selling Out. The Behavior Analyst, 9, pp.147-156, No. 2 (Fall).

Desafio Número 10 (Edmund J. Fantino):

14) Kennelly, A.; Fantino, E. (2007). The Sharing Game: Fairness in resource allocation as a function of incentive, gender, and recipient types. Judgment and Decision Making, Vol. 2, No. 3, June 2007, pp. 204–216.

Desafio Número 11 (Todd R. Risley):

15) Baer, D. M.; Wolf, M. M.; Risley, T. R. (1968). Some Current Dimensions of Applied Behavior Analysis. Journal of Applied Behavior Analysis, I, pp. 91-97, Number 1 (Spring).

16) Baer, D. M.; Wolf, M. M.; Risley, T. R. (1987). Some Still-Current Dimensions of Applied Behavior Analysis. Journal of Applied Behavior Analysis, 20, pp. 313-327, Number 4 (Winter).

Desafio Número 12 (Aubrey C. Daniels):

17) Daniels, A. (2015). Thank God It’s Monday! Disponível na PM E-zine em http://aubreydaniels.com/pmezine/sites/aubreydaniels.com.pmezine/files/TGIM_final_2015.pdf

18) Daniels, A. (2015) 25 Quotes on Behavior and Leadership. Disponível em http://aubreydaniels.com/blog/2015/10/14/25-quotes-behavior-leadership/

Desafio Número 13 (Murray Sidman):

19) Sidman, M. (2007). The Analysis of Behavior: What’s in it for us? Journal of the Experimental  Analysis of Behavior, 2007, 87, pp.309-316, Number 2 (March).

Desafio Número 14 (A. Charles Catania):

20) Catania, A. C. (1968). A Quantitative Analysis of the Responding Maintained by Interval Schedules of Reinforcement. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 11, pp.327-383, Number 3 (May), Part 2.

21) Catania, A. C. (1969). On the vocabulary and the grammar of behavior. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 12, pp.845-846.

22) Catania, A.C. (1987). Editorial Selection. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 48, pp.481-483, Number 3 (November).

23) Catania, A.C. (1987). Some Darwinian Lessons for Behavior Analysis: A Review of Bowler’s the Eclipse of Darwinism. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 47, pp.249-257 Number 2 (March).

24) Catania, A.C. (2002). The Watershed Years of 1958–1962 in Harvard Pigeon Lab. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 77, pp. 327–345, Number 3 (May).

25) Catania, A.C. (2006). Antecedents and Consequences of Words. The Analysis of Verbal Behavior, 22, pp.89-100.

ESTUDOS CONCLÚIDOS PELO PROJETO EM 2016

Desafio Número 15 (Gerald L. Shook):

26) Shook, G.L.; Johnston, J.M. (2011). Training and Professional Certification in Applied Behavior Analysis. Capítulo 31 do livro Handbook of ABA (Fisher, Piazza, & Roane).

Leituras de apoio:

1) Todorov, J. C.; Hanna, E. S. (2010). Análise do Comportamento no Brasil. Psicologia: Teoria e Pesquisa, Vol. 26 n. especial, pp. 143-153.

2) Hübner, M. M. C. (2013). Análise do comportamento aplicada: reflexões a partir de um cenário internacional e das perspectivas brasileiras. Em Comportamento em foco 2, Carlos Eduardo Costa, Carlos Renato Xavier Cançado, Denis Roberto Zamignani, Silvia Regina de Souza Arrabal-Gil. Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental. São Paulo: ABPMC, 2013.

3) Iwata, B. A. & Lent, C. E. (1984). Participation by women in behavior analysis: Some recent data on authorship of manuscripts submitted to the Journal of Applied Behavior Analysis. The Behavior Analyst, 7.

4) Luna, S. V. de (1996). Planejamento de pesquisa: uma introdução. São Paulo: EDUC.

5) McSweeney, F. K., Donahoe, P., & Swindell, S. (2000). Women in Applied Behavior Analysis. The Behavior Analyst, 23, n.2 (Fall).

6) Simon, J. L., Morris, E. K., & Smith, N. G. (2007). Trends in Women’s Participation at the Meetings of the Association for Behavior Analysis: 1975–2005. The Behavior Analyst, 30, n.2 (Fall).

7) Catania, A. C. (1998/1999). Aprendizagem: Comportamento, Linguagem e Cognição. Porto Alegre: ARTMED Editora.

8) Chiesa, M. (2006). Behaviorismo Radical: A filosofia e a ciência. Brasília: IBAC Editora; Editora Celeiro.

9) Sidman, M. (1989/2009). Coerção e suas implicações. Campinas: Editora Livro Pleno.

10) Skinner, B. F. (1953/2003). Ciência e Comportamento Humano. São Paulo: Martins Editora.

11) Skinner, B. F. (1974/2014). Sobre o Behaviorismo. São Paulo: Editora Cultrix.

12) Baer, D. M.; Wolf, M. M.; Risley, T. R. (1968). Some Current Dimensions of Applied Behavior Analysis. Journal of Applied Behavior Analysis, I, pp. 91-97, Number 1 (Spring).

13) Carvalho Neto, M. B. de (2002). Análise do Comportamento: behaviorismo radical, análise experimental do comportamento e análise aplicada do comportamento. Interação em Psicologia, 6(1), pp.13-18.

14) Hübner, M. M. C. (2013). Análise do comportamento aplicada: reflexões a partir de um cenário internacional e das perspectivas brasileiras. Em Comportamento em foco 2, Carlos Eduardo Costa, Carlos Renato Xavier Cançado, Denis Roberto Zamignani, Silvia Regina de Souza Arrabal-Gil. Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental. São Paulo: ABPMC, 2013.

15) Iwata, B. A. (1991). Applied Behavior Analysis as Technological Science. Journal of Applied Behavior Analysis, 24, pp.421-424, Number 3 (Fall).

16) Iwata, B. A.; Dozier, C. L. (2008). Clinical Application of Functional Analysis Methodology. Behavior Analysis in Practice, 1(1), pp.03-09 (Spring).

17) Normand, M. P.; Kohn, C. S. (2013). Don’t Wag the Dog: Extending the Reach of Applied Behavior Analysis. The Behavior Analyst, 36, pp.109-122, No.1 (Spring).

18) Tourinho, E. Z. (1999). Estudos conceituais na análise do comportamento. Temas em Psicologia, Volume 7, Número 3, pp.213-222.

19) Tourinho, E. Z. (2003). A Produção de Conhecimento em Psicologia: a Análise do Comportamento. Psicologia Ciência e Profissão, 23(2), pp.30-41.

20) Tourinho, E. Z. (2011). Notas sobre o Behaviorismo de Ontem e de Hoje. Psicologia: Reflexão e Crítica, vol.24, Número 1.

21) Borges, N. B. (2009). Terapia Analítico-Comportamental: da teoria à prática clínica. Em Sobre Comportamento e Cognição: Desafios, soluções e questionamentos – Org. Regina Christina Wielenska 1a ed. Santo André, SP: ESETec Editores Associados, 2009. v.24.

22) Fonseca, R. P.; Pacheco, J. T. B (2010). Análise funcional do comportamento na avaliação e terapia com crianças avaliação e terapia com crianças. Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva, Vol. XII, nº 1/2, pp. 1-19.

23) Goulart, P.; Assis, G. S. A de. (2002).Estudos sobre autismo em análise do comportamento: aspectos metodológicos. Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva, vol.4 no.2, São Paulo, dezembro.

24) Guilhardi, H. J. (2012). Considerações Conceituais e Históricas sobre a Terceira Onda no Brasil. Disponível em http://www.itcrcampinas.com.br/txt/terceiraonda.pdf

25) Kerbauy, R. R. (1999). Pesquisa em terapia comportamental: problemas e soluções. Sobre Comportamento e Cognição: psicologia comportamental e Cognitiva: da reflexão teórica à diversidado da aplicação. – Org. Rachel Rodrigues Kerbauy e Regina Christina Wielenska. 1 ed. Santo Andró, SP: ARBytes, 1999. v. 4.

26) Meurer, P. H.; Menegatti, C. L. (2013). Estudo de Caso Sobre Problemas de Comportamento de Uma Criança Inserida em Uma Família Não Tradicional. Interação em Psicologia, Curitiba, v. 17, n. 1, p. 59-65, jan./abr.

27) Neno, S. (2003). Análise Funcional: Definição e Aplicação na Terapia Analítico-Comportamental. Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva, Vol. V, Número 2, pp.151-165.

28) Rooker, G. W.; DeLeon, I.G.; Borrero, C. S. W; Frank-Crawford, M. A.; Roscoe, E. M. (2015). Reducing Ambiguity in the Functional Assessment of Problem Behavior. Behavioral Intervention, Vol. 30 (1), pp.1-35, February.

29) Souza, D. das G. de (1999). O que é Contingência? Em Sobre Comportamento e Cognição: aspectos teóricos, metodológicos e de formação em análise do comportamento e terapia cognitivista – Org. Roberto Banaco, 2ª Edição, Santo André: SP, ARBytes.

30) Vermes, J. S.; Zamignani, D. R. (2002). A perspectiva analítico-comportamental no manejo do comportamento obsessivo-compulsivo: estratégias em desenvolvimento. Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva, vol.4 no.2 São Paulo dez. 2002

31) Zamignani, D. R.; Banaco, R. A. (2005).Um Panorama Analítico-Comportamental sobre os Transtornos de Ansiedade. Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva, Vol. VII, nº 1, pp. 077-092.

32) Andery, M. A. P. A. (2011). Comportamento e cultura na perspectiva da análise do comportamento.Perspectivas em Análise do Comportamento, vol.02, n.2, pp.203-217.

33) Andery, M. A. P. A., Micheletto, N., Sério, T. M. A. P. (2005). A Análise de Fenômenos Sociais: Esboçando uma Proposta para a Identificação de Contingências Entrelaçadas e Metacontingências. Revista brasileira de análise do comportamento – Brazilian journal of behavior analysis. – Vol. 1, n.2 (2013), pp.149-165.

34) Hunziker, M. H. L. (2013). Editorial (Volume 9, Números 1 e 2). Revista brasileira de análise do comportamento – Brazilian journal of behavior analysis. – Vol. 9, n.1 (2013). Belém.

35) Sampaio, A. A. S.; Ottoni, E. B.; Benvenuti, M. F. L. (2015). A Análise do Comportamento no contexto do estudo evolucionista do comportamento social e da cultura. Estudos de Psicologia, 20(3), julho a setembro de 2015, pp.127-138.

36) Silva, M. T. A.; Gonçalves, F. L.; Garcia-Mijares, M. (2007). Neural Events in the Reinforcement Contingency. The Behavior Analyst, 30, pp.17-30,  No. 1 (Spring).

37) Sokolowski, M. B. C.; Disma, G.; Abramson, C. I. (2010). A Paradigm for Operant Conditioning in Blow Flies (Phormia terrae novae Robineuau-Desvoidy,1830). Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 93, pp.81-89, Number 1 (January).

38) Todorov, J. C. (1991). Progressos no estudo das bases neurais da aprendizagem. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 7, pp.303-310.

39) Todorov, J. C.; Moreira, M. (2004). Análise Experimental do Comportamento e Sociedade: Um Novo Foco de Estudo. Psicologia: Reflexão e Crítica, 2004, 17(1), pp. 25-29.

40) ABPMC (2011). ABPMC Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental. Anais do XX Encontro Brasileiro de Psicologia e Medicina Comportamental. Salvador, BA: ABPMC, 2011.

41) Andery, M. A. P. A. (2011). Comportamento e cultura na perspectiva da análise do comportamento.Perspectivas em Análise do Comportamento, vol.02, n.2, pp.203-217.

42) Brunkow, F. (2014). Análise do comportamento e evolução cultural: relações entre as propostas conceituais de B. F. Skinner e S. S. Glenn. Dissertação de Mestrado. Curitiba: Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Universidade Federal do Paraná.

43) Fellows of ABAI – Sigrid S. Glenn. Disponível em https://www.abainternational.org/constituents/bios/sigridglenn.aspx

44) Sampaio, A. A. S.; Andery, M. A. P. A. (2010). Comportamento Social, Produção Agregada e Prática Cultural: Uma Análise Comportamental de Fenômenos Sociais. Psicologia: Teoria e Pesquisa, Jan-Mar 2010, Vol. 26 n. 1, pp. 183-192.

45) Sério, T. M. A. P. (1999). Por que sou behaviorista radical? Coleção Sobre Comportamento e Cognição, Volume 1, Capítulo 8. Santo André: ARBytes.

46) Abreu, P. (2010a). Saudades da I JAC-USP! Disponível em http://www.iaccsul.com.br/index.php/blog/137-saudades-da-i-jac-usp

47) Abreu, P. (2010b). Entrevista com os organizadores da I JAC-USP. Disponível em http://www.iaccsul.com.br/index.php/blog/133-entrevista-com-os-organizadores-da-jac-usp

48) Carvalho Neto, M. B. de; Mayer, P. C. M. (2011). Skinner e a assimetria entre reforçamento e punição. Acta Comportamentalia, Vol. 19, Monográfico, pp. 21-32.

49) Burtt, E.A. (1925). The Metaphysical Foundations of Modern Physical Science. New York: Hartcourt, Brace & Company. Disponível em https://archive.org/details/metaphysicalfoun00burtuoft

50) Skinner, B.F. (1956). A case history in scientific method. The American Psychologist, 11, pp. 221-233.

51) Skinner, B.F. (1984). The Shaping of a Behaviorist. New York: New York University Press. (Trabalho original publicado em 1979).

52) Baum, W. M. (1974). On Two Types of Deviation From The Matching Law: Bias and Undermatching. Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 22, pp.231-242, Number 1 (July).

53) Borges, F. S.; Todorov, J. C. & Simonassi, L. E. (2006). Comportamento humano em esquemas concorrentes: escolha como uma questão de procedimento. Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva, vol.VIII,n.1, pp.013-023.

54) Davison, M. C. & McCarthy, D. (1988). The Matching Law. Hillsdale, New Jersey: Lawrence Erlbaum Associates, Publishers

55) Fellows of ABAI – Michael C. Davison. Disponível emhttps://www.abainternational.org/constituents/bios/michaeldavison.aspx

56) Khan Academy (sem data). Intro to Logarithms. Disponível em https://www.khanacademy.org/math/algebra2/exponential-and-logarithmic-functions/introduction-to-logarithms/a/intro-to-logarithms

57) Todorov, J. C. (1991). Trinta Anos de Matching Law: Evolução na Quatificação da Lei do Efeito. Anais da XXI Reunião Anual de Psicologia, pp. 300-314. Riberão Preto: Sociedade de Psicologia de Ribeirão Preto, SP. Disponível em http://www.membros.sbponline.org.br/resources/anais/1991.pdf

58)  ILO – International Labour Organization (2016). World Day for Safety and Health at Work. Disponível emhttp://www.ilo.org/safework/events/safeday/lang–en/index.htm

59) Konig, M. (2015). Acidentes custaram R$ 70 bilhões em 7 anos. Reportagem disponível emhttp://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/especiais/acidentes-de-trabalho-no-brasil/perdas-humanas-em-cifras-bilionarias.jpp

60) Neeser, R (2015). Brazil Garment Industry – Health and Safety Issues Overview. Disponível emhttp://www.acc.com/legalresources/quickcounsel/health-and-safety-issues.cfm?makepdf=1

61) OIT – Organização Internacional do Trabalho (2015). OIT Notícias: Brasil, 2007 – 2014 / Organização Internacional do Trabalho. – Brasília: OIT, 2015. Disponível emhttp://www.ilo.org/wcmsp5/groups/public/—americas/—ro-lima/—ilo-brasilia/documents/publication/wcms_360793.pdf

62) Portal Brasil (2013). Ações marcam Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho. Disponível emhttp://www.brasil.gov.br/defesa-e-seguranca/2013/04/acoes-marcam-o-dia-mundial-da-seguranca-e-saude-no-trabalho

63) UOL (2014). Indústria e serviços lideram ranking de acidentes de trabalho. Disponível emhttp://tribunadoceara.uol.com.br/especiais/profissao-perigo/industria-e-servicos-lideram-ranking-de-acidentes-de-trabalho/

64) Alavosius, M. P.; Sulzer-Azaroff, B. (1986). The effects of performance feedback on the safety of client lifting and transfer. Journal of Applied Behavior Analysis, 19, number 3 (Fall), pp.261-267.

65) Fellows of ABAI – Beth Sulzer-Azaroff. Disponível em https://www.abainternational.org/constituents/bios/bethsulzerazaroff.aspx

66) Geller, E. S. (1999). Teaching Behavior-Based Safety through fiction: a review of Who killed my Daddy? A Behavioral Safety Fable. Journal of Applied Behavior Analysis, 32, number 2 (Summer), pp.241-243.

67) Gusso, H. (2014).Por que meus funcionários não ligam para segurança no trabalho? Disponível emhttp://n1tc.com.br/por-que-meus-funcionarios-nao-ligam-para-seguranca-no-trabalho/

68) Nielson, D. (2009). Behavior-Based Safety in Healthcare. Disponível em http://aubreydaniels.com/pmezine/BBS-Safety-in-Healthcare

69) PMeZine – The Performance Management Magazine (2012). Effective Keys to Creating and Sustaining a Safety Culture. Disponível em http://aubreydaniels.com/pmezine/effective-keys-creating-and-sustaining-safety-culture

70) Carvalho Neto, M. B. de (2001). B. F. Skinner e as Explicações Mentalistas para o Comportamento: Uma Análise Histórico-Conceitual (1931-1959). São Paulo, 388 páginas. Tese de Doutorado apresentada ao Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo.

71) Cooper, J. O.; Heron, T. E.; Heward, W. L. (1987/2007). Applied Behavior Analysis. 2nd Edition. Pearson Education, Inc.

72) Dittrich, A. (2004). Behaviorismo radical, ética e política: aspectos teóricos do compromisso social. São Carlos: UFSCar, 2004. Tese de Doutorado.

73) Guilhardi, H. J. (2015). Mentalismo e Behaviorismos. Disponível em http://www.itcrcampinas.com.br/txt/mentalismo.pdf

74) Moore, J. (1981). On Mentalism, Methodological Behaviorism, and Radical Behaviorism. Behaviorism, , Vol.9, No.1 (Spring), pp.55-77.

75) Moore, J. (2003). Behavior Analysis, Mentalism, and the Path to Social Justice. The Behavior Analyst, 26, pp.181-193, No.2 (Fall).

76) Nabokov, V. (2011). Lolita. Alfaguara Brasil Editora, Edição 1: Rio de Janeiro.

77) Rocha, C. A. A. da (2015). 10 artigos teóricos sobre análise do comportamento para desbanalizar o banal. Disponível em https://questaodeacaso.wordpress.com/2015/05/03/10-artigos-teoricos-sobre-analise-do-comportamento-para-desbanalizar-o-banal/

78) Todorov, J. C. (2014). Cognitivo é o novo mental? Disponível em http://jctodorov.blogspot.com.br/2014/07/cognitivo-e-o-novo-mental.html

79) Tourinho, E. Z. (1999). Estudos conceituais na análise do comportamento. Temas em Psicologia, Volume 7, Número 3, pp.213-222.

80) ABPMC Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental. Anais do XXIII Encontro Brasileiro de Psicologia e Medicina Comportamental. Fortaleza, CE: ABPMC 2013. Disponível em http://abpmc.org.br/arquivos/publicacoes/14424933205ae2b69e7c.pdf

81) Couto, A. (2012). Guia de leitura para iniciantes sobre o Behaviorismo Radical e a Análise do Comportamento. Disponível em http://www.comportese.com/2012/07/guia-de-leitura-para-iniciantes-sobre-o-behaviorismo-radical-e-a-analise-do-comportamento/

82) Fellows of ABAI – William M. Baum. Disponível em https://www.abainternational.org/constituents/bios/williambaum.aspx

83) Leigland, S. (2006). Science and Human Behavior: A Review of William Baum’s Understanding Behaviorism: Behavior, Culture, and Evolution (2nd Edition). The Behavior Analyst, 29, pp.279-287, No.2, Fall.

84) Marr, J. (1995). …But Not Simpler: A Review of Baum’s Understanding Behaviorism: Science, Behavior, and Culture. The Behavior Analyst, 18, 401-408 No. 2 (Fall).

85) Rachlin, H.; Frankel, M. (2009). Taking Pragmatism Seriously: A Review of William Baum’s Understanding Behaviorism: Behavior, Culture, and Evolution (Second Edition). Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 92, pp.131–137, N.1 ( July)

86) Saville, B. K.; Beal, S. A.; Buskist, W. (2002). Essential Readings for Graduate Students in Behavior Analysis: A Survey of the JEAB and JABA Boards of Editors. The Behavior Analyst,25, pp.29-35, No.1 (Spring).

87) Zuriff, G. E. (1995). A Review of Baum’s Understanding Behaviorism: Science, Behavior, and Culture. The Behavior Analyst, 18, 395-400 No. 2 (Fall).

88) Gongora, M. A. N.; Mayer, P. C. M.; Mota, C. M. S. (2009). Construção terminológica e conceitual do controle aversivo: período Thorndike-Skinner e algumas divergências remanescentes. Temas em Psicologia, Vol.17, N.1, pp.209-224.
 

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