Dois: Dra. Sigrid S. Glenn, Parte 1

A Professora Doutora Sigrid S. Glenn (University of North Texas – Denton, Texas/EUA) teve suas contribuições para a Análise do Comportamento reconhecidas pela ABAI em 2004. Suas primeiras pesquisas tiveram enfoque na área aplicada; mais recentemente, seu trabalho conceitual sobre fenômenos culturais é amplamente discutido, inclusive nos congressos brasileiros da comunidade interessada em Análise do Comportamento. Em 2011, a pesquisadora apresentou no XX Encontro Brasileiro de Psicologia e Medicina Comportamental o minicurso “Toward a General Theory of Evolution in Biological, Behavioral, and Cultural Systems” (ABPMC, 2011). Na postagem anterior, um prólogo sobre o estudo da cultura foi apresentado. Na sequência, apresento uma breve resenha – resultado do estudo no segundo desafio do Projeto – de um artigo escrito por Glenn em 2004.

2004Glenn

            Figura 1– Sigrid S. Glenn (Fonte: site da ABAI) 

Resenha do artigo “Comportamento Individual, Cultura e Mudança Social” (2004), de Sigrid S. Glenn.

O ponto de partida do artigo baseia-se em uma asserção de Skinner, em 1987: a dificuldade em se oferecer soluções para os problemas sociais humanos tem relação com o fato de que as práticas culturais não incluem o comportamento verbal requerido para uma análise efetiva; ainda, Skinner sugere que a Análise Experimental do Comportamento poderia fornecer suporte para uma teoria da evolução cultural. A partir dessas afirmações, Glenn apresenta em seu artigo uma proposta de análise de fenômenos culturais, argumentando que uma linguagem apropriada faz-se necessária para auxiliar tanto no entendimento dos problemas encontrados quanto no direcionamento de ações efetivas.

Para tanto, o artigo é estruturado essencialmente em: 1) uma revisão do princípio de seleção operante e das contingências comportamentais; 2) uma definição de cultura e práticas culturais; e 3) uma distinção de dois tipos de relações em nível cultural (macrocontingências e metacontingências). Nessas etapas, o papel do comportamento operante em cada relação é analisado.

Estou entrando em um terreno delicado – assim, cabe esclarecer que a presente resenha (como produção textual para a apresentação de uma obra em uma forma sintetizada, seguida de breve apreciação) não tem como objetivo a análise conceitual de cada terminologia mencionada, tampouco sua sistematização. Ao longo do artigo, Glenn apresenta inúmeros termos, de maneira que alguns são descritos mais de uma vez, e de formas diferentes. O que se apresenta aqui são algumas das definições abordadas e descritas por Glenn no decorrer desse artigo específico.

Inicialmente, Glenn afirma que princípios comportamentais descrevem relações entre comportamento e ambiente, as quais envolvem a aquisição e a manutenção do comportamento aprendido. Destaca o conceito de comportamento operante como fundação para outros princípios e, em seguida, apresenta esquematicamente a aquisição de um operante (uma linhagem de uma resposta específica – Glenn, 2004, p.135). Acrescenta-se que o que é denominado comportamento, a rigor, é diferente do conceito de resposta e operante, visto que o comportamento é constituído dessas relações entre mudanças ambientais e mudanças momento-a-momento em um fluxo comportamental (Glenn, 2004, p.136).

O papel dinâmico dessas relações é enfatizado por Glenn: as contingências de seleção se desenvolvem e mudam, e as linhagens operantes podem mudar diante do aumento da complexidade das ações envolvidas. Tais relações envolvem integração de linhagens antigas e futuras, e também o comportamento de outras pessoas, o qual pode se tornar nosso ambiente social quando em interação com nosso próprio comportamento. A partir desse ponto, Glenn vai introduzindo a emergência da cultura como um fenômeno, ao se considerar o potencial para aprendizagem e a sociabilidade dos seres humanos. Define a cultura como “padrões de comportamento aprendido transmitidos socialmente, assim como os produtos desse comportamento (objetos, tecnologias, organizações, etc.)” (Glenn, 2004, p.139); ressalta que o ponto de partida é a transmissão de conteúdo comportamental, aprendido por um organismo, para o repertório de outros organismos – tal fenômeno, caracterizado como “supraorganísmico”, inicia, dessa forma, uma linhagem culturo-comportamental. Já o termo práticas culturais faz referência a “padrões similares de conteúdo comportamental” (Glenn, 2004, p.140), usualmente resultando de similaridades nos ambientes; cabe ressaltar que  as práticas culturais referem-se a um conjunto de ações (de várias pessoas) funcionalmente independentes (Glenn, 2004, p.143).

A fim de conceituar o termo macrocontingências, a pesquisadora aponta que algumas práticas culturais produzem um efeito cumulativo resultante do comportamento das pessoas que se engajam nessa prática; tal efeito não funciona como uma consequência em nível comportamental, pois o efeito é contingente ao macrocomportamento (este definido como “operantes temporalmente não relacionados de diferentes pessoas” – Glenn, 2004, p.142), e não ao comportamento de um indivíduo. Considerando que esse tipo de relação é maior do que as contingências operantes, Glenn (2004, p.142) aponta a utilidade em se falar da macrocontingência: a relação entre “a prática cultural e a soma agregada das consequências do macrocomportamento” (Glenn, 2004, p.142).

Cabe ressaltar que tanto o termo prática cultural quanto macrocontingências não envolvem a seleção em nível cultural propriamente dita: para falar sobre esse nível, o conceito de metacontingências é apresentado. Tal termo, descreve Glenn, refere-se a um “tipo diferente de seleção”, mas que “não envolve nenhum processo comportamental novo” (Glenn, 2004, p.144). A metacontingência parece considerar não mais as contingências em nível individual como unidade, mas sim contingências comportamentais entrelaçadas como uma unidade integrada, cujo produto afeta a probabilidade futura de ocorrência de tais contingências. Por fim, a pesquisadora descreve possíveis análises para uma Engenharia Comportamental a partir dos conceitos de macrocontingência e metacontingência.

O artigo apresenta definições de diversos conceitos propostos com o fim de auxiliar na compreensão de fenômenos culturais. Além disso, a descrição de termos que envolvem um “tipo diferente de seleção” também implica na reflexão sobre a delimitação e as limitações da unidade de análise da contingência tríplice e dos níveis de seleção. Isso não é pouco: nesse sentido, o artigo parece fomentar bastante discussão a respeito das propostas descritas pela pesquisadora. De todo modo, a tentativa de Glenn em oferecer uma possibilidade de análise interpretativa de fenômenos culturais é legítima, visto que a ciência também progride no desenvolvimento de análises interpretativas, que envolvem a extensão de “leis” derivadas da análise experimental para contextos diversos – por vezes complexos, como é o caso do estudo da cultura. Tal teorização possibilita não só o desenvolvimento conceitual de uma ciência, mas também pode auxiliar na clarificação de fenômenos no contexto aplicado e, consequentemente, no manejo de problemas em direção a soluções. Tanto a preocupação em compreender o fenômeno quanto em criar um terreno para análises no contexto aplicado parecem mover a pesquisadora.

A partir da apresentação da proposta de Glenn, tem-se aí a abertura de um novo e fértil campo; note-se que a simples menção de uma discussão de um nível cultural implica na formulação de várias outras terminologias. Em relação ao teor de suas definições, pode-se questionar quanto a sua necessidade, pertinência e rigor de sua teorização – de qualquer forma, tal tarefa parece caber a análises interpretativas desses termos, as quais têm sido feitas também pela comunidade brasileira (por exemplo, em Sampaio e Andery, 2010). A discussão do que é cultura ou o que é comportamento social é histórica, dentro e fora da Análise do Comportamento; Skinner, por exemplo, apresenta aspectos da cultura em suas obras interpretativas, de modo que a análise sobre o que Skinner e Glenn descrevem sobre o fenômeno pode ser analisada (como foi examinado por Brunkow, 2014).

Glenn empreendeu esforços e se destaca pelo seu massivo trabalho sobre fenômenos culturais. É importante salientar ainda que sua dedicação para construções conceituais sobre a cultura não se limita a esse artigo em particular, visto que há mais de 20 anos a pesquisadora tem publicado sobre o assunto. Sobre esses empreendimentos, cabe reconhecer uma importante contribuição que seus estudos trouxeram: “(…) a proposição de Glenn avança a área porque obriga o debate sobre a descrição e o estudo da cultura e porque conduz à necessidade de desenvolvimento de práticas de pesquisa que contribuam para a elaboração conceitual.” (Andery, 2011, p.209). Em outras palavras, provocou-se o questionamento, a formulação e a experimentação dos novos conceitos – movimentos esses que fazem parte de uma ciência; sobre o que poder vir a ser “novo” em um campo de saber, Sério (1999) sabiamente expõe sobre a abertura por parte do cientista:

Post9foto1Trecho 1 – Passagem extraída do capítulo de Sério Por que sou behaviorista radical? (1999), p.70, grifada pela autora.

Por fim, a continuidade de discussão acerca da temática da cultura pela comunidade parece ser necessária como forma de compreender melhor os fenômenos envolvidos, em direção a um refinamento conceitual, e em busca de uma formulação que sirva como instrumento para mudanças efetivas:

Post9foto2Trecho 2 – Passagem extraída do artigo de Glenn Individual Behavior, Culture and Social Change (2004), p.150.

Na próxima postagem, os resultados do contato com a Doutora Sigrid Glenn serão relatados.

Referências:

ABPMC (2011). ABPMC Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental. Anais do XX Encontro Brasileiro de Psicologia e Medicina Comportamental. Salvador, BA: ABPMC, 2011.

Andery, M. A. P. A. (2011). Comportamento e cultura na perspectiva da análise do comportamento.Perspectivas em Análise do Comportamento, vol.02, n.2, pp.203-217.

Brunkow, F. (2014). Análise do comportamento e evolução cultural: relações entre as propostas conceituais de B. F. Skinner e S. S. Glenn. Dissertação de Mestrado. Curitiba: Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Universidade Federal do Paraná.

Fellows of ABAI – Sigrid S. Glenn. Disponível em https://www.abainternational.org/constituents/bios/sigridglenn.aspx

Glenn, S. S. (2004). Individual Behavior, Culture and Social Change. The Behavior Analyst, 27, pp.133-151. No.2 (Fall).

Sampaio, A. A. S.; Andery, M. A. P. A. (2010). Comportamento Social, Produção Agregada e Prática Cultural: Uma Análise Comportamental de Fenômenos Sociais. Psicologia: Teoria e Pesquisa, Jan-Mar 2010, Vol. 26 n. 1, pp. 183-192.

Sério (1999), T. M. A. P. Por que sou behaviorista radical? Coleção Sobre Comportamento e Cognição, Volume 1, Capítulo 8. Santo André: ARBytes.


Leia mais sobre o Desafio Número 2:
Para além do organismo: Algumas reflexões sobre a expansão da Análise do Comportamento
Dois: Dra. Sigrid S. Glenn, Parte 2


Leia mais sobre o Projeto a Fonte e a Ponte e a Análise do Comportamento:
a Apresentação
o Início dos Resultados
Por que eu deveria aprender sobre a ciência do comportamento?
as Profundezas do Método

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Para além do organismo: Algumas reflexões sobre a expansão da Análise do Comportamento

Como campo de saber amplo, a Análise do Comportamento é “uma ciência viva, em processo de crescimento e em profundo refinamento.” (Hunziker, 2013). Sobre as descobertas na área, Andery (2011) descreve: “(…) produziu-se desde os anos de 1930 um corpo de conhecimentos sobre o comportamento dos organismos (…)” (p.205). 

Mas quem são esses organismos? Sabe-se que os estudos na área abrangem o exame do comportamento humano e do comportamento de outros animais. De acordo com Sokolowski, Disma e Abramson (2010), nos artigos publicados no JEAB (Journal of the Experimental Analysis of Behavior) – no período 1958-2007 – são apresentados dados de estudos do comportamento de aves (principalmente pombos), roedores (ratos, em sua grande maioria), humanos, primatas, outros mamíferos (cavalos, gatos, cães, golfinhos), peixes, répteis e invertebrados (incluindo insetos como abelhas e baratas).

É sabido que a observação do comportamento animal não-humano (principalmente de ratos e pombos como sujeitos experimentais) em condições controladas foi essencial para o crescimento do projeto científico de Skinner em seus primeiros anos como pesquisador. Desde o nascimento da Análise Experimental do Comportamento operante, processos comportamentais são explorados e acumulados, permitindo a expansão da Análise do Comportamento. Tal campo de saber também se amplia, por outra via, com a interlocução com outros campos de conhecimento. Mais recentemente, por exemplo, observa-se um diálogo maior da área com as Neurociências. O crescimento da Análise do Comportamento nesse contexto parece ir tomando várias direções; enquanto Todorov (1991) apresentou dados sobre alguns estudos cujo interesse residia em mecanismos neurais da aprendizagem, Silva, Gonçalves e Garcia-Mijares (2007) apontam que o avanço tecnológico nas neurociências nos últimos anos permitiu a demonstração de que a atividade neural pode ser selecionada pelas consequências. 

Silva, Gonçalves e Garcia-Mijares (2007) ainda indicam: “Juntamente com investigações sobre as bases moleculares do condicionamento clássico, esses estudos são exemplos de possibilidades que estão sendo criadas para o estudo das relações comportamento-ambiente dentro do organismo.” (p.17). Nesse sentido, estaria a Análise do Comportamento se expandindo para aquém do organismo, em um nível suborganísmico?; nota-se que o estudo de processos comportamentais parece abranger o exame de parte do organismo – no caso, envolvendo o sistema nervoso – como uma unidade sujeita à aprendizagem operante. Considerando as possibilidades de expansão da área e da análise de outras unidades sujeitas a esse tipo de aprendizagem, poderia a Análise do Comportamento se direcionar também para além do organismo, em um nível supraorganísmico?

É de conhecimento que o compromisso de Skinner com uma ciência do comportamento estava especialmente voltado para a compreensão do comportamento humano, inclusive seu aspecto social. Em relação à trajetória desse cientista, Andery (2011) bem narra: “(…) a partir dos anos 1950, de fato, Skinner tomou o comportamento social e o comportamento verbal como foco central de seu interesse, continuamente escrevendo sobre o tema e seguidamente argumentando que a compreensão de suas particularidades seria indispensável para a compreensão do homem e do comportamento humano.” (p.205). Ainda, Todorov e Moreira (2004) complementam: “(…) O maior componente desta visão de mundo está na extensão de princípios comportamentais para a análise de processos sociais e culturais. Em ‘Ciência e Comportamento Humano’ Skinner (1953) dedicou as três últimas seções para discutir extensivamente assuntos sobre a natureza, evolução, sobrevivência, valores e planejamento cultural.” (p.25).

Ao se considerar as possibilidades de expansão da área nessa direção, algumas dúvidas podem emergir: Por que estudar a cultura? Por que devemos nos direcionar para além do organismo?

Alguns autores reconhecem a cultura como objeto legítimo de uma ciência do comportamento (por exemplo, Andery, Micheletto, Sério, 2005; Andery, 2011). Ainda, é possível argumentar que uma compreensão mais abrangente de diferentes aspectos do comportamento implicaria no estudo da cultura, a qual também é parte formadora do nosso comportamento. Sobre essa natureza social do comportamento humano, Andery (2011) comenta: 

Post8foto2Trecho 1 – Passagem extraída do artigo de Andery Comportamento e cultura na perspectiva da análise do comportamento (2011), p.207.

Outro caminho de argumentação em defesa da relevância do estudo da cultura é recorrer à necessidade de alternativas para lidar com problemas humanos, os quais são, também, práticas culturais: produtos de uma história biológica de seleção e variação, somos capazes de aprender, transmitimos práticas para diferentes pessoas e gerações, e nos engajamos em práticas mais ou menos sustentáveis. Nossas ações, que produzem efeitos, podem ocorrer em momentos diferentes, mas o conhecimento dessas contingências e de efeitos cumulativos – às vezes desastrosos, como saber? – pode ser relevante para a sobrevivência da nossa espécie.

Post8foto3Trecho 2 – Passagem extraída do artigo de Todorov e Moreira Análise Experimental do Comportamento e Sociedade: Um Novo Foco de Estudo (2004), p.25.

Uma última pergunta poderia emergir: como estudar fenômenos culturais dentro da Análise do Comportamento? A discussão do lugar da cultura em uma ciência do comportamento é plural e alguns debates são recentes. Há os que colocam, por exemplo, que uma abordagem adequada dos fenômenos culturais traz consigo o problema de uma nova unidade de análise (Andery, Micheletto, Sério, 2005), e que pelo menos dois fatos não podem ser ignorados pelo analista do comportamento: i) a existência de dados sobre a cultura produzidos externamente à Análise do Comportamento (Andery, 2011); ii) a existência de contingências complexas quando se trata de fenômenos culturais, que podem tornar a unidade de análise utilizada na descrição do comportamento operante insuficiente (Andery, Micheletto, Sério, 2005; Andery, 2011). Uma possível interpretação histórica do tratamento desse tema é de que a cultura, antes tomada como variável independente, passa a ser considerada como variável dependente (Andery, 2011, p.207). Por fim, talvez na mesma medida em que o estudo de um nível suborganísmico envolve a aproximação com as Neurociências, os estudos na área da cultura, aqui tratados como de nível supraorganísmico, podem também favorecer a interlocução com campos de conhecimentos como a Antropologia e a Sociologia; ainda, um diálogo com perspectivas evolucionistas da Biologia também parece frutífero para o debate sobre a cultura (Sampaio, Ottoni & Benvenuti, 2015).

O próprio Skinner pareceu se interessar por diferentes aspectos sociais e culturais do ser humano, e diferentes faces desse tema foram estudados por ele. Além dele, outros(as) profissionais dedicaram/dedicam suas vidas ao estudo da cultura. E a próxima pesquisadora do Projeto é conhecida pelo seu trabalho conceitual na seleção em nível comportamental e cultural.

Referências:

Andery, M. A. P. A. (2011). Comportamento e cultura na perspectiva da análise do comportamento. Perspectivas em Análise do Comportamento, vol.02, n.2, pp.203-217.

Andery, M. A. P. A., Micheletto, N., Sério, T. M. A. P. (2005). A Análise de Fenômenos Sociais: Esboçando uma Proposta para a Identificação de Contingências Entrelaçadas e Metacontingências. Revista brasileira de análise do comportamento – Brazilian journal of behavior analysis. – Vol. 1, n.2 (2013), pp.149-165.

Hunziker, M. H. L. (2013). Editorial (Volume 9, Números 1 e 2). Revista brasileira de análise do comportamento – Brazilian journal of behavior analysis. – Vol. 9, n.1 (2013). Belém.

Sampaio, A. A. S.; Ottoni, E. B.; Benvenuti, M. F. L. (2015). A Análise do Comportamento no contexto do estudo evolucionista do comportamento social e da cultura. Estudos de Psicologia, 20(3), julho a setembro de 2015, pp.127-138.

Silva, M. T. A.; Gonçalves, F. L.; Garcia-Mijares, M. (2007). Neural Events in the Reinforcement Contingency. The Behavior Analyst, 30, pp.17-30,  No. 1 (Spring).

Sokolowski, M. B. C.; Disma, G.; Abramson, C. I. (2010). A Paradigm for Operant Conditioning in Blow Flies (Phormia terrae novae Robineuau-Desvoidy,1830). Journal of the Experimental Analysis of Behavior, 93, pp.81-89, Number 1 (January).

Todorov, J. C. (1991). Progressos no estudo das bases neurais da aprendizagem. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 7, pp.303-310.

Todorov, J. C.; Moreira, M. (2004). Análise Experimental do Comportamento e Sociedade: Um Novo Foco de Estudo. Psicologia: Reflexão e Crítica, 2004, 17(1), pp. 25-29.
Post8foto1(Foto: Fernanda Oda)


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Dois: Dra. Sigrid S. Glenn, Parte 1
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